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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Barcelona tem o melhor sistema de bicicletas urbanas do mundo



Por que investir nas “magrelas”? A cidade fica reconhecida como local interessante para viver, trabalhar ou investir.

Barcelona pode se gabar de ter o mais bem sucedido programa de bicicletas urbanas do mundo, segundo um relatório publicado na quinta-feira, em Washington, que explica os segredos de se conseguir com que mais gente passe a adotar o transporte sobre duas rodas.
O programa de bicicletas da cidade mediterrânea espanhola conta com uma média de 10,8 viagens por bicicleta e 67,9 trajetos por morador, destacou o Instituto para Transporte e Desenvolvimento de Políticas (ITDP), uma organização de pensamento estratégico sediado na capital americana.
Outras cidades que pedalam bastante – entre os 400 sistemas existentes de serviços com 700.000 bicicletas – são Lyon, Cidade do México, Montreal, Nova York, Paris e Rio de Janeiro.
Pouco conhecidos dez anos atrás, os programas de bicicletas urbanas se expandiram rapidamente em todo o mundo e um número estimado entre 400 e 600 cidades – de grandes a pequenas – lançaram sistemas do tipo e muitas outras planejam fazê-lo no futuro próximo.
“Não estamos dizendo que nenhum (destes sistemas) seja melhor do que o outro”, disse Colin Hughes, diretor de política nacional e avaliação de projetos do ITDP.
“A questão principal é que estes esquemas estão demonstrando um alto impacto real na mobilidade das cidades onde são implantados – há uma grande quantidade de pessoas usando-os – e são bastante rentáveis”, disse Hughes à AFP.
“O investimento público realmente vale a pena aqui”, prosseguiu.

Cidades do futuro com qualidade de vida
Para o informe “O guia dos programas de bicicleta de uso livre”, o ITDP compilou dados de esquemas de bicicletas urbanas do mundo todo para estabelecer pela primeira vez o que precisa ter uma rede de aluguel de bicicletas bem sucedida.
Alguns pontos são óbvios, como que sejam “confortáveis, bicicletas para andar pelas cidades”, especialmente desenhadas para impedir o roubo, bem como fáceis de usar, sistemas automáticos de cadeados nos postos de devolução e preços atraentes para incentivar o maior uso possível.
Mas o que é especialmente importante, destaca o informe, é “uma extensa rede de estações… Com distância média de 300 metros” entre elas.
“Recomendamos entre 10 a 16 estações por quilômetro quadrado e de 10 a 30 bicicletas para cada 1.000 moradores em uma área de cobertura”, afirmou Hughes.
“Faz-se uma escala das estações por área e em seguida se estuda o número de bicicletas nas estações com relação ao número de pessoas que está morando ali”, acrescentou.
Outro elemento fundamental é o uso de tecnologia móvel para fazer um acompanhamento da disponibilidade das bicicletas em tempo real e compartilhar estes dados pela internet, em smartphones, telas de computador e postos de devolução ou empréstimo de bicicletas.
Uma lição que algumas cidades, como Washington, aprenderam com dificuldade ao lançar um sistema com poucas bicicletas e poucos lugares para deixá-las.
“Tendemos a ver que os sistemas que são mais bem sucedidos não começam em pequena escala”, afirmou.
“Quando se inicia um esquema, este é o tempo mais valioso. Este é o momento em que se geram notícias. É a primeira vez que você está expondo ao público o seu sistema e o que realmente quer é que as pessoas tenham uma primeira experiência realmente positiva”, prosseguiu.
Também têm que haver ciclovias, embora Hughes tenha apontado que a popularidade do sistema de bicicletas tende a incentivar a expansão da infraestrutura de duas rodas nas cidades.
Para o futuro, Hughes prevê um contínuo aumento dos programas de uso livre de bicicletas no mundo em um momento em que as cidades abraçam o conceito de uma cidade do século XXI, apresentando-se como locais interessantes para viver, trabalhar ou investir.
“É uma pista, uma forma de dizer, ‘esta é uma cidade que valoriza a qualidade de vida’… Esta é a razão pela qual algumas grandes empresas se alinham para patrocinar estes sistemas, porque as bicicletas de uso livre têm uma imagem positiva”, afirmou.  Fonte: MSN
O relatório pode ser encontrado online na página go.itdp.org.
 Postado por Daniela Kussama

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Rapidinhas sustentáveis

Triciclos Elétricos: empresa americana inova no mercado de entregas 

Os serviços de entrega em geral são feitos por motos para driblar o trânsito e economizar a gasolina. Porém as motocicletas são mais poluentes que os carros. Mas uma pequena empresa de Portland, cidade dos Estados Unidos, resolveu empreender em algo mais econômico e menos poluente. A opção foi usar triciclos elétricos para o serviço. Já pensou se as empresas brasileiras aderissem também a esta modalidade de delivery?
Fonte:EcoD

Chineses compram mais bicicletas elétricas do que carros em 2013

Nove em cada dez magrelas elétricas vendidas no mundo vão parar na China 

Fonte: EcoD
Está certo que a China ostenta o título negativo de campeã mundial de poluição, principalmente por conta da queima de carvão para geração de energia. Por outro lado, o gigante asiático também é o país que mais tem investido em sustentabilidade: líder global em energia solar e eólica, e em bicicletas elétricas…

Só para se ter ideia, os chineses já compraram mais bicicletas elétricas do que carros em 2013, segundo informou o portal Exame.com. Ao todo, foram comercializadas na China 28 milhões de e-bikes, contra 19,3 milhões de veículos de passeio. Nove em cada dez “magrelas” elétricas vendidas no mundo vão parar no país, que tem a maior população do mundo – cerca de 1 bilhão e 340 milhões de habitantes (censo de 2011).