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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Japão termina construção de cidade inteligente e sustentável





A “cidade do futuro” já é realidade, pelo menos, no Japão. Na última semana o projeto da Fujisawa Sustainable Smart Town teve a fase de construção concluída. A Panasonic, responsável pelo complexo, trabalha agora nos últimos detalhes e na venda das residências.

Foto: Divulgação
A construção da cidade, na Província de Kanagawa, situada cerca de 50 km a oeste de Tóquio, faz parte de um projeto de recuperação de áreas devastadas pelo terremoto e tsunami realizado pela Panasonic com mais oito empresas parceiras. A prioridade na “Cidade Inteligente e Sustentável de Fujisawa” é a consciência energética e ecológica.

Foto: Divulgação
A iniciativa pretende demonstrar que saber articular tecnologias diversas ajuda na construção de uma cidade verde. Em consequência, isso contribui para que estas construções sejam mais valorizadas.

Foto: Divulgação
As casas já possuem painéis solares embutidos, que fornecem energia para a residência e ainda armazenam o excedente em uma bateria para uso posterior. O projeto também oferece um bairro exclusivo para moradores que não possuem carros próprios, com opções para o compartilhamento e alugueis de carros elétricos.

Foto: Divulgação
Toda a cidade é equipada com sensores em rede que controlam a iluminação pública e garante, que a energia não seja desperdiçada através de uma “smart grid” local. O município também tem um "eixo verde", com parques e plantio de vegetação ao longo das estradas principais. São várias soluções para alcançar um novo estilo de vida e um novo modelo de desenvolvimento econômico.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação
CicloVivo/Utopia Sustentável

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Rapidinhas In

Fukushima Insustentável

O governo do Japão informou ontem (7) que a Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, no Nordeste do país, libera diariamente cerca de 300 toneladas de água radioativa no mar. Em março de 2011, um terremoto seguido por tsunami provocou vazamentos e explosões na usina, gerando um dos piores acidentes radioativos da história recente do Japão.

A informação foi divulgada depois que a empresa Tokyo Electric Power (Tpco), que administra a usina, mostrou preocupação com a acumulação de água altamente radioativa no subsolo dos reatores. O governo japonês disse que a maior parte da água contaminada despejada no oceano se limita às áreas próximas da usina, que está isolada do mar aberto por diques.
Redação Agência Brasil

Extremos de 2012 podem já ser o normal para o clima

Relatório reúne o trabalho de 384 pesquisadores de 52 países e aponta que altas temperaturas, degelo do Ártico e aquecimento dos oceanos fazem parte do que pode ser considerado o novo padrão para o planeta.

A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) divulgou na última sexta-feira (1) um extenso relatório sobre o clima em 2012, contendo centenas de dados e dezenas de gráficos que detalham como o ano foi marcado por altas temperaturas, maior frequência e intensidade de eventos extremos e pelo degelo do Ártico. Mas, o mais preocupante é que a entidade sugere que o cenário visto no ano passado já pode ser considerado como a nova “normalidade climática” do planeta.

“Muitos dos eventos que fizeram de 2012 um ano tão interessante são parte de tendências de longo prazo que prevemos em um clima em mudança – níveis de carbono estão aumentando, os oceanos estão subindo, o gelo do Ártico está derretendo e nosso planeta como um todo está ficando um lugar mais quente”, explicou Kathryn D. Sullivan, administradora da NOAA.

O relatório registra ainda a maior concentração de gases do efeito estufa na atmosfera. A presença de dióxido de carbono, por exemplo, ultrapassou pela primeira vez a marca das 400 partes por milhão em mais de 3,2 milhões de anos.
por Fabiano Ávila, do Carbono Brasil