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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Desenvolvimento deve ser diferente


O secretário-geral da ACP, Patrick Gomes, na Cúpula sobre Desenvolvimento Sustentável realizada na 70ª Assembleia Geral da ONU
O secretário-geral da ACP, Patrick Gomes, na Cúpula sobre Desenvolvimento Sustentável realizada na 70ª Assembleia Geral da ONU

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) refletem as cinco estratégias nas quais o Grupo de Estados da África, do Caribe e do Pacífico (ACP) se concentrará na medida em que se reposicionar como uma organização mais eficaz no mundo, afirmou o secretário-geral deste bloco de 79 países, Patrick Gomes.
Essas estratégias são o Estado de direito e o bom governo, justiça e segurança humana internacionais, comércio entre os membros do ACP, industrialização e integração regional, construção de economias sustentáveis, flexíveis e criativas, bem como o financiamento para o desenvolvimento, explicou Gomes em entrevista por correio eletrônico à IPS.
IPS: O grupo ACP é integrado por 48 países da África subsaariana, 16 do Caribe e 15 do Pacífico. Conseguiu uma estratégia conjunta?
PATRICK GOMES: Desde o princípio, o Comitê de Embaixadores do ACP em Bruxelas reconheceu a importância da Agenda de Desenvolvimento Pós-2015 como plataforma para a ação global para enfrentar as enormes necessidades dos países em desenvolvimento. Em 2014, o ACP estabeleceu um grupo de trabalho de embaixadores para se dedicar exclusivamente a elaborar uma posição comum sobre a matéria, destacando as áreas mais importantes para nossos Estados membros, como mudança climática, financiamento para o desenvolvimento, transferência de tecnologia, por exemplo. No centro está o desejo de criar condições para que nossos países prosperem no desenvolvimento e se industrializem de maneira sustentável, com a finalidade de elevar os níveis de vida de nossos povos. Este trabalho foi um insumo para a declaração conjunta com a União Europeia (UE) sobre a Agenda Pós-2015, que foi aprovada pelo Conselho Conjunto de Ministros ACP-UE, em junho de 2014. Isso foi um verdadeiro marco e destacou claramente nossos interesses comuns, ao mesmo tempo em que proporciona uma diretriz para nossa cooperação futura. O grupo ACP também acordou, mais recentemente, sua postura para a conferência internacional da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Financiamento para o Desenvolvimento, em julho, e estamos trabalhado em uma posição para a 21ª Conferência das Partes (COP 21) da Convenção Marco das Nações Unidas sobre a Mudança Climática, em Paris, em dezembro. Mediante uma série de diferentes plataformas, o grupo ACP conseguiu articular uma posição comum sobre questões de interesse direto nas perspectivas de nossos países para o desenvolvimento sustentável.
IPS: Em sua opinião, até que ponto os 17 ODS abordam os problemas e as aspirações de um grupo tão diverso como o ACP?
PG: O ACP na verdade é um grupo diverso. Todos estão em desenvolvimento, mas cada um tem condições específicas. Há pelo menos 40 países menos adiantados, 37 pequenos Estados insulares e 15 Estados em desenvolvimento sem saída para o mar. Isso também se expressa em nível regional, por isso o ACP está organizado em seis regiões (África oriental, ocidental, austral e central, e Caribe e Pacífico). O conceito de propriedade nacional e as políticas impulsionadas pelos países é muito importante. Por outro lado, o grupo ACP pediu a criação de um índice de vulnerabilidade que tenha em conta os problemas específicos que afetam a capacidade de um país para se desenvolver. Isso não significa que os Estados membros não possam estar juntos em temas comuns, ou apoiar as causas mútuas em nome da solidariedade. Também seguimos os princípios de subsidiariedade e complementaridade. Os ODS refletem os cinco domínios estratégicos nos quais o ACP se concentrará, na medida em que se reposiciona como uma organização mais eficaz no âmbito mundial. Esses domínios são Estado de direito e bom governo, justiça e segurança humana internacionais, comércio entre os membros do ACP, industrialização e integração regional, construção de economias sustentáveis, flexíveis e criativas, bem como financiamento para o desenvolvimento. Todos esses campos serão regidos pela cooperação Sul-Sul e triangular.
IPS: A conferência de Adis Abeba sobre Financiamento para o Desenvolvimento, a Cúpula de Desenvolvimento Sustentável e a Conferência sobre Mudança Climática de Paris parecem um triunvirato para determinar o destino do mundo nos próximos anos. Em sua parte central encontra-se o financiamento. Com espera que este problema seja resolvido? O Fundo Europeu de Desenvolvimento proporciona um marco adequado?
PG: Na era pós-2015 temos que fazer o desenvolvimento de maneira diferente. Está claro que a tradicional Assistência Oficial ao Desenvolvimento (AOD) quantitativamente não basta para enfrentar as demandas de desenvolvimento de nossos países. Na verdade, a AOD representa agora muito menos do que o investimento estrangeiro direto, a participação de capital e as remessas das comunidades da diáspora que investem em seus países de origem. Em termos de financiamento sustentável de longo prazo, temos que nos fixar na mobilização dos recursos nacionais em nossos próprios países em desenvolvimento. Isso significa aperfeiçoar nossas leis fiscais, a luta contra a evasão fiscal e a corrupção, a fim de reduzir a sangria de milhares de milhões de dólares dos movimentos financeiros ilícitos. Agreguemos o financiamento privado para financiar os investimentos, a melhora da gestão da dívida pública, o impulso ao comércio – todos esses caminhos devem ser abordados de maneira integral. O grupo ACP também tem particular interesse na cooperação Sul-Sul e na cooperação triangular para complementar os modelos tradicionais Norte-Sul de financiamento do desenvolvimento. Porém, a AOD continuará sendo uma parte essencial do financiamento para o desenvolvimento pós-2015. Os países desenvolvidos ainda devem cumprir suas promessas anteriores de destinar 0,7% de sua renda nacional bruta à ajuda para o desenvolvimento. Até agora, apenas uns poucos países europeus alcançaram e superaram esse nível de AOD. Imagine se todos os países industrializados o fizerem. Além disso, já que as nações desenvolvidas reafirmaram a meta de 0,7% para a AOD, em Adis Abeba no mês de julho, agora temos que ver como será implantada no contexto ACP-UE. O Fundo Europeu de Desenvolvimento (FED) para os países ACP é significativo, mas, obviamente, não é suficiente para conseguir os ODS. Entretanto, o singular do FED é que integra um acordo legalmente vinculante entre dois conjuntos de Estados soberanos. No marco de nossa associação, a UE proporciona uma fonte previsível de fundos se o grupo ACP os co-administra. Ao mesmo tempo, problemas de flexibilidade nos regulamentos do FED e um melhor planejamento dos países ACP, significam que as taxas de absorção reais destes ainda podem melhorar.
IPS: Os ODS terão maior êxito que seus antecessores, os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)?
PG: Os ODS terão o êxito que lhes dermos. Isto é, esses objetivos devem ter recursos suficientes para implantar o trabalho e obter resultados. Contrariamente ao impulso e à esperança gerada por enormes promessas feitas pelos países desenvolvidos nos fóruns internacionais, a realidade é que o financiamento para o desenvolvimento está diminuindo atualmente. Porém, continuo otimista. Há uma consciência crescente em todo o mundo sobre os temas de desenvolvimento. Também existe um interesse em revisar os sistemas atuais para cumprir melhor os ODS, como se vê nas reformas que atualmente buscam a ONU e o grupo ACP. Não há dúvidas de que os recursos e os meios para alcançar a Agenda de Desenvolvimento Pós-2015 existem. É uma questão de vontade coletiva aplicá-los na direção correta. Envolverde/IPS/Utopia Sustentável

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Melhores amigos constroem vila sustentável para viverem juntos





“Eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais. E tenha somente a certeza dos amigos do peito e nada mais”. A letra eternizada na voz de Elis Regina ganhou forma em um grupo de amigos lá no Texas, Estados Unidos. Eles não se contentaram com a ideia de ter uma vida pacata sozinhos e resolveram criar uma espécie de vila para serem vizinhos até o fim da vida.
A escolha de construir um “santuário sustentável” para viver foi feita por quatro casais de amigos. Cada um deles tem uma casinha construída com madeira compensada e paredes com isolamento, que controla a entrada de calor, principalmente, para os dias mais quentes do verão.
O local escolhido, em meio à natureza, possui um clima árido e, por isso, eles fazem o possível para reservar água. Por isso, os telhados possuem um sistema de coleta de água da chuva. Cada um delas, estimada em cerca de 40 mil dólares, possui o necessário para sobreviver.

Foto: Alex Stross/Matt Garcia Design
Batizado de Llano Exit Strategy (Estratégia de saída em Llano, em tradução livre), o projeto foi concretizado em frente ao rio Llano, um local de tranquilidade. As casas têm janelas amplas na sala que permitem a entrada natural de luz e visão panorâmica do entorno, em especial do rio.
Além disso, há um espaço comum para que possam preparar as refeições e fazer as atividades em grupo, além de um local para acomodar os hóspedes. O conceito sustentável também está presente nos detalhes, como no banheiro que possui os ganchos e suportes para tolha e papel higiênico são feitos com tubos de aço reaproveitados.
“É como um filme da Disney. Temos lebre, veados e todos os tipos de aves. Quanto mais gastamos tempo aqui, mais [animais] encontramos”, afirmou um dos moradores Jodi Zipp.

Foto: Alex Stross/Matt Garcia Design
Projetado pelo escritório de arquitetura Matt Garcia Design, do Texas, as residências são simples, porém muito bonitas e confortáveis, misturam o moderno e rústico.

Foto: Alex Stross/Matt Garcia Design

Foto: Alex Stross/Matt Garcia Design

Foto: Alex Stross/Matt Garcia Design

Foto: Alex Stross/Matt Garcia Design

Foto: Alex Stross/Matt Garcia Design

Foto: Alex Stross/Matt Garcia Design

Foto: Alex Stross/Matt Garcia Design

Foto: Alex Stross/Matt Garcia Design

Foto: Alex Stross/Matt Garcia Design
CicloVivo/Utopia Sustentável

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Hotel de bambu faz visitantes se sentirem como pássaros nas árvores



O “One with the Birds” é um projeto de hotel criado para estar em perfeita harmonia com a natureza. A ideia é do escritório de arquitetura Penda, localizado na China, e foi desenvolvida para um concurso. Mesmo assim, a estrutura flexível poderia ser aplicada a diversos lugares.
A base para a construção é o bambu, uma matéria-prima sustentável, barata, resistente e abundante no país oriental e em muitos outros lugares do mundo. A intenção dos arquitetos era manter a conexão entre o prédio e a natureza ao seu redor, sem gerar impactos ambientais.

Imagem: Home of Penda
Para alcançar este objetivo, os materiais locais são priorizados e a estrutura modular pode ser desmontada e reinstalada onde houver necessidade, já que não é necessário impactar profundamente o solo. Além disso, não existem paredes, no lugar delas são instalados vidros, para elevarem a conexão entre o hóspede e a natureza ao seu entorno.

Imagem: Home of Penda
Conforme informado pelo escritório de arquitetura, a quantidade de “chalés” construída pode variar, mais uma vantagem da estrutura modular. Quando necessário é possível acoplar novos quartos ou retira-los, sem perder o material da construção.

Imagem: Home of Penda
A técnica foi inspirada nas moradias tradicionais dos índios, feitas normalmente com palha, bambu, madeira, entre outros materiais simples, encontrados na natureza. Como o nome já diz, o hotel pode fazer os visitantes se sentirem como pássaros abrigados nas árvores.


Imagem: Home of Penda

Imagem: Home of Penda

Imagem: Home of Penda
CicloVivo/Utopia Sustentável

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Japão termina construção de cidade inteligente e sustentável





A “cidade do futuro” já é realidade, pelo menos, no Japão. Na última semana o projeto da Fujisawa Sustainable Smart Town teve a fase de construção concluída. A Panasonic, responsável pelo complexo, trabalha agora nos últimos detalhes e na venda das residências.

Foto: Divulgação
A construção da cidade, na Província de Kanagawa, situada cerca de 50 km a oeste de Tóquio, faz parte de um projeto de recuperação de áreas devastadas pelo terremoto e tsunami realizado pela Panasonic com mais oito empresas parceiras. A prioridade na “Cidade Inteligente e Sustentável de Fujisawa” é a consciência energética e ecológica.

Foto: Divulgação
A iniciativa pretende demonstrar que saber articular tecnologias diversas ajuda na construção de uma cidade verde. Em consequência, isso contribui para que estas construções sejam mais valorizadas.

Foto: Divulgação
As casas já possuem painéis solares embutidos, que fornecem energia para a residência e ainda armazenam o excedente em uma bateria para uso posterior. O projeto também oferece um bairro exclusivo para moradores que não possuem carros próprios, com opções para o compartilhamento e alugueis de carros elétricos.

Foto: Divulgação
Toda a cidade é equipada com sensores em rede que controlam a iluminação pública e garante, que a energia não seja desperdiçada através de uma “smart grid” local. O município também tem um "eixo verde", com parques e plantio de vegetação ao longo das estradas principais. São várias soluções para alcançar um novo estilo de vida e um novo modelo de desenvolvimento econômico.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação
CicloVivo/Utopia Sustentável

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Cidade na Inglaterra lança ônibus movido a dejetos humanos





A sexta cidade mais populosa da Inglaterra, Bristol destaca-se por suas criativas invenções. A mais recente delas é um veículo coletivo que utiliza fezes, urina e lixo orgânico para se locomover.
O ônibus possui 40 lugares e roda até 300 quilômetros com o biocombustível cheio de gás biometano. Ele já está circulando nas ruas da cidade, ligando o aeroporto de Bristol e o centro da cidade de Bath.
Batizado de Bio-Bus, o coletivo foi inaugurado na última quinta-feira (20). A intenção é transportar cerca de 10 mil pessoas neste mês de experimentação, segundo a Bath Bus Company, empresa que opera o serviço.
O gás é gerado por meio do tratamento de esgotos e resíduos de alimentos impróprios para consumo humano. Para que possa operar, o dióxido de carbono e outras impurezas são retiradas, a fim de que o gás fique livre de odores.
Esse combustível deve ajudar a melhorar a qualidade do ar, uma vez que produz menos emissões do que os tradicionais. Por isso, a intenção é que essa alternativa sustentável seja usada para abastecer os transportes públicos da cidade.
Entre as descobertas interessantes vindas da mesma cidade está a utilização de urina como fonte de energia para carregar celulares. O método foi desenvolvido por cientistas britânicos em parceria com a Universidade de Bristol. A cidade também já usou um toboágua como “meio de transporte” em sua principal rua, Park Street, veja aqui. CicloVivo/Utopia Sustentável

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Hotel no México é feito com tubos de concreto reciclados


Embora a ideia de dormir dentro de um tubo de concreto provavelmente não pareça ser atraente, o escritório de arquitetura T3arc encontrou uma maneira de tornar esta experiência não apenas confortável, mas também única.
Construído em apenas três meses, o Tubohotel, aberto em 2010, é um destino de férias com preço acessível. O hotel está localizado a cerca de 45 minutos ao sul da Cidade do México, dentro de uma horta orgânica na aldeia de Tepoztlan, em Morelos. Os quartos do hotel estão empilhados em forma de pirâmide, o que reflete a pirâmide asteca de El Tepozteco com vista para a cidade.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação
A construção toda foi criada a partir de tubos de concreto reciclados. Os tubos são bastante térmicos e mantêm a temperatura confortável tanto durante o dia, quanto à noite. A disposição dos tubos foi aleatória com respeito à topografia.

Foto: Divulgação
O conceito de hotel em tubos foi ideia do arquiteto alemão Andreas Strauss, que criou o Dasparkhotel em 2006. Os arquitetos do T3arc se inspiraram em Strauss e ampliaram a ideia criando módulos triangulares de dois andares. Pelo empilhamento de um tubo superior em dois tubos-base, eles foram capazes de criar uma exibição visual impressionante, sem afetar o meio ambiente natural.

Foto: Divulgação
O Tubohotel oferece 20 quartos de concreto, cada um medindo 2,44 m de largura e 3,5 m de comprimento e são mobiliados com uma cama queen size, mesa de luz, ventilador, uma gaveta de baixo da cama e cortinas para manter uma certa privacidade. Os quartos têm vista para um pátio central, completamente cercados por exuberantes árvores nativas. Os quartos não possuem banheiros, mas os hóspedes têm acesso a banheiros comunitários localizado na propriedade do hotel.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação
CicloVivo/Utopia Sustentável

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

31 fotos que vão te transportar para o Pantanal





O bioma que abriga a maior parte da vida selvagem no Brasil é comemorado em 12 de novembro: dia do Pantanal. Situado na Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai, ele é a  maior zona úmida continental do planeta.
Formando extensas áreas alagadiças, o bioma favorece a preservação de jacarés e peixes, como o pintado, o dourado, o pacu. Além disso, a região abriga muitas espécies ameaçados de extinção, como o cervo-do-pantanal, a onça-pintada, tamanduá-bandeira e, logicamente, o tuiuiú - a ave símbolo do Pantanal.
Outras espécies comuns na região são as capivaras, ariranhas, macaco-prego, veado-campeiro, lobo-guará, tatu, bicho-preguiça, lagartos, cágados, jabutis, cobras (jiboia e sucuri) e pássaros (tucanos, jaburus, garças, papagaios, araras, emas, gaviões).
Além da vasta fauna, destaca-se a flora com rica biodiversidade composta por espécies da Amazônia, do Cerrado e do Chaco Boliviano (denominação para o bioma do Pantanal na Bolívia e Paraguai). Aroeira, ipê, figueira, palmeira e angico formam as principais árvores do bioma.
Com toda essa beleza, que pode ser conferida de perto no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, não é à toa que o Pantanal foi eleito Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera pela Unesco (A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).
Com área aproximada de 150.355 km², este bioma é o que possui menor extensão territorial no Brasil. Ainda assim, o Pantanal se estende pela Bolívia e Paraguai. Mesmo com toda sua importância, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, apenas 4,4% do Pantanal encontra-se protegido por unidades de conservação.
Confira a seleção do CicloVivo com 31 fotos das preciosidades que podem ser encontradas no Pantanal:

Por do Sol no Pantanal, Mato grosso do Sul l Foto: iStockphoto/ Filipe Frazão

Tucano (Ramphastos toco) l Foto: iStockphoto / cerradofoto

Onça-pintada (Panthera onca) l Foto: iStockphoto / Alexander David

Arara-azul-grande, Anodorhynchus hyacinthinus. l Foto: iStockphoto

Grande grupo de jacarés selvagens no Pantanal brasileiro l Foto: iStock Photos

Tuiuiú, Jabiru mycteria l Foto: iStockPhoto

Por do sol no Pantanal l Foto: iStockphoto / Alexander David

Filhote de anta, Tapirus terrestris. l Foto: iStockPhoto / Ehlers

Ave conhecida como martim-pescador-grande fêmea. Seu nome científico é Megaceryle torquata. l Foto: iStockphoto / dicksingh

Vista aérea de área alagada do pantanal do estado do Mato Grosso durante o inverno, no centro-oeste do Brasil Foto: iStockphoto/ Valter Cunha

Pássaro conhecido como Colhereiro, Platalea ajaja. l Foto: iStockPhoto


Filhote de sucuri-amarela, Eunectes notaeus. l Foto: iStockphoto / Schumaher


Turistas fazendo um passeio a cavalo no Pantanal l Foto: iStockphoto/ Filipe Frazão


Veado-campeiro, Ozotoceros bezoarticus. l Foto: iStockPhoto

Pica-pau-de-banda-branca, Dryocopus lineatus. l Foto: iStockPhoto

Vista aérea do Pantanal l Foto: iStockphoto / Alexander David

Quati-de-cauda-anelada, Nasua nasua. l Foto: iStockFoto

Bem-te-vi, Pitangus sulphuratus. l Foto: iStockphoto

Ariranha, Pteronura brasiliensis. l Foto: iStockPhoto/drferry

Surucuá-de-barriga-vermelha macho, Trogon curucui. l Foto: iStockPhoto

Capivara, Hydrochoerus hydrochaeris. l Foto: iStockPhoto

Gralha-picaça, Cyanocorax chrysops l Foto: iStockphoto

Tatu-bola, Tolypeutes matacus. l Foto: iStockphoto

Macaco-prego, Sapajus apella l Foto: iStockphoto

Jacaré l Foto: iStockphoto

Gado l Foto: iStockphoto

Carcará, Caracara plancus. l iStockPhoto

Urubu-de-cabeça-vermelha, Cathartes aura. l Foto: iStockphoto

Jaçanã, Jacana jacana.

Silhueta de um ninho de Tuiuiú, ave símbolo do Pantanal. l iStockphoto / Alexander David
Por que Dia do Pantanal?
A data foi instituída, há seis anos, pelo Ministério do Meio Ambiente em homenagem ao ambientalista e jornalista Francisco Ancelmo de Barros, conhecido como Francelmo. Após 25 anos de luta pela preservação do bioma, ele ateou fogo no próprio corpo durante um protesto, em Campo Grande (MS), realizado em 12 de novembro de 2007, contra a instalação de usinas de álcool e açúcar na Bacia do Paraguai, no Pantanal. CicloVivo/Utopia Sustentável