terça-feira, 1 de abril de 2014

Maria Feia: grife de roupas femininas dá calote e tem protesto inusitado

A bordadeira e dona de confecção, Aguida Damasceno de Miranda, de 63 anos, faz desde a manhã de hoje, terça, protesto na porta da loja Maria Bonita, na Rua Aníbal de Mendonça, em Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro. Segundo ela, o dono da marca, o empresário Alexandre Aquino, tem uma dívida de R$ 150 mil em serviços prestados que não foram pagos desde de outubro de 2012. A informação chegou pelo WhatsApp do EXTRA (21 99809 9952).

Ainda segundo Aguida, 200 bordadeiras trabalham para a Maria Bonita desde 2008 em Barbacena, Minas Gerais, e não recebem.  Afirmando estar cansada de ir na fábrica em São Cristóvão, e o dono não depositar o valor devido.  Ela afirma que recebeu cheques de pagamentos, mas eles foram devolvidos, porque não tinham fundos.  Vendi dois carros e um apartamento que valia R$ 100 mil para poder pagar as funcionárias — afirma.

Aguida, que é moradora de Rio Comprido, trabalha com a irmã, que mora em Minas Gerais. Juntas, elas têm uma equipe que trabalha também para as outras grifes. Entre as peças que não foram pagas, estão vestidos longos e calças das coleções de 2011, 2012 e 2013.  

Em um mundo conectado como o de hoje, em que a informação chega após dois cliques, às vezes protestos como o de Aguida causam muito mais prejuízos financeiros à imagem das empresas do que o valor de possíveis dívidas.

É bom entenderem o recado e saberem que ser sustentável é ser também bom pagador, caso contrário, estarão fora do mercado.  

Abraços Sustentáveis

Odilon de Barros


Conseguir algo através do uso da força não é sustentável

Conseguir qualquer coisa através do uso da força é absurdo, é fraude, é crime, é primitivo, é intolerável.  E não é sustentável.  Torna-se mais grave ainda, quando o ser que foi abusado, concorda com os argumentos de seu estuprador.  É justamente aí que ele/ela se torna menor perante a sociedade onde vive.  Sob que argumento for, seja homem ou mulher, NINGUÉM MERECE SER ESTUPRADO!!!

Por relações sustentáveis
Odilon de Barros

Fabricantes de Led disputam projeto bilionário em SP




Atraídas por um projeto que poderá render uma receita bilionária, ao menos três grandes empresas de lâmpadas LED afirmam que certamente vão investir em fábricas ou expansões no país caso sejam escolhidas como fornecedoras das lâmpadas. O que está em disputa é a Parceria Público-Privada (PPP) da Iluminação Pública de São Paulo, que prevê a troca de todas as 580 mil luminárias da capital paulista. GE, Phillips e Unicoba afirmam que o projeto da cidade, por si só, justifica os investimentos.

O que atrai as três empresas - e pelo menos outras 30 companhias que se cadastraram para a concorrência - é principalmente o valor estimado para o projeto, de R$ 2 bilhões a R$ 3,5 bilhões, segundo apurou o Valor.

No momento, as empresas aguardam com ansiedade o anúncio do estudo vencedor, que será usado como base para a PPP. Em 14 de março, a Prefeitura recebeu 11 trabalhos e em até 60 dias vai anunciar o projeto vencedor (que poderá ser a união de mais de um estudo) e falar sobre o edital.



Diretor da Coppe defende economia voluntária de energia


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O diretor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe/UFRJ), Luiz Pinguelli Rosa, defendeu que o governo lance uma campanha publicitária para sensibilizar a população brasileira para reduzir o consumo de energia de 5% a 10%, em média.

A proposta foi feita em carta enviada ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, no dia 17 de março. Nesta sexta-feira, Lobão disse ao Wall Street Journal que pode pedir à população que economize voluntariamente.

Para Pinguelli, a medida é “necessária para evitar uma situação ainda mais grave, de maneira que num futuro próximo seja necessária uma maior contribuição por parte da sociedade de redução de consumo de energia”.